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Poesia: Oficinas e Bate-papos com Escritores - Viagem Literária
Poesia: de 9 a 27 de novembro de 2020 | Contação de Histórias: de 1º a 19 de março de 2021

Poesia: Oficinas e Bate-papos com Escritores

Autores contam como começaram a escrever poemas e falam sobre seus processos criativos, além de discorrerem sobre a importância dos versos na literatura
Créditos: Acervo pessoal

Allan da Rosa

A poesia pode manter abertos e expandir os horizontes da sensibilidade. Pode gerar, aguçar e lapidar novas dúvidas, que fertilizem a compreensão das pessoas e das relações entre as forças que compõem os nossos mundos.

Escritor, angoleiro, historiador, mestre e doutorando na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, integra desde o princípio o movimento de Literatura periférica de São Paulo. Pesquisa e atua em ancestralidade, imaginário e cotidiano negro. Já palestrou, recitou, oficinou e debateu em rodas, feiras, universidades, bibliotecas e centros comunitários de muitos estados do Brasil e mais seis países. É autor de Da Cabula (Prêmio Nacional de Dramaturgia Negra, 2014), Zagaia, dos livros-CD A Calimba e a Flauta e Mukondo Lírico (Prêmio Funarte de Arte Negra, em 2014), além do ensaio Pedagoginga, Autonomia e Mocambagem e outras obras.

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16.11 | Ribeirão Corrente • 14h30 e 19h
17.11 | Colina • 14h30 e 19h
18.11 | Sertãozinho • 14h30 e 19h
19.11 | Santa Rosa do Viterbo • 14h30 e 19h

Créditos: Rafael Roncato

Bruna Beber

Os poemas estão no mundo à espera de serem lidos, ouvidos e amados. Eles não têm pressa alguma, pois a sorte é de quem com eles se encontrar.

Poeta, tradutora e mestranda em Teoria e História Literária pela Universidade Estadual de Campinas. Autora dos livros A fila sem fim dos demônios descontentes, Balés, Rapapés & Apupos, Rua da Padaria, Ladainha e o infantil Zebrosinha. Seus poemas foram publicados em antologias na Argentina, Espanha, Estados Unidos, México e Portugal. Participa de eventos literários no Brasil e exterior, entre eles a Festa Literária Internacional de Paraty e a Göteborg Book (Suécia). Aliado à literatura, realiza trabalhos em artes visuais e inaugurou, em 2016, sua primeira exposição individual, Brinquedos Espalhados. Acesse o site da escritora. 

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23.11 | Pereira Barreto • 14h30 e 19h
24.11 | Ilha Solteira • 14h30 e 19h
25.11 | Santa Fé do Sul • 14h30 e 19h
26.11 | Fernandópolis • 14h30 e 19h

Créditos: DANI DACORDO

Chacal

A poesia pode ser esse encantamento, esse charme, como na Idade Média, uma janela sem lado de dentro ou de fora, que nos coloca, através da emulsão dos sentidos, cara a cara com o gol.

Ricardo de Carvalho Duarte, publicou em mimeógrafo, em 1971, Muito prazer, Ricardo e, no ano seguinte, Preço da Passagem, dando início à Poesia Marginal no Brasil. Criador e produtor do Centro de Experimentação Poética – CEP 20.000, acontecimento multimídia mensal, que há 29 anos revela nomes no cenário musical, poético e dramático do Rio de Janeiro (RJ). Lançou 14 livros, entre eles Belvedere, Prêmio Associação Paulista de Críticos de Arte (2008). Estreou como ator e autor com o monólogo autobiográfico Uma História à Margem, realizando apresentações em diversos países. Planeja o lançamento do projeto CEP XXX ANOS, com apresentações pelo Brasil reunindo poetas e performers.

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10.11 | São Bernardo do Campo • 14h30 e 19h
11.11 | Diadema • 14h30 e 19h
12.11 | Cotia • 14h30 e 19h
13.11 | São Paulo • 10h e 15h

Daniel Minchoni

a poesia é o pulo do gato

sem o pulo

sem o gato.

(Um ator, de Natália Barros)

Artista da fala e poeta performático, estuda a oralidade e tem larga experiência com experimentos poéticos e intervenções urbanas com poesia. Desde 1998, pesquisa este campo em saraus de Natal (RN), onde fundou o Poesia Esporte Clube, o selo literário Jovens Escribas e influenciou a criação do grupo Iapois, poesia. Desde 2006 vive em São Paulo (SP), onde fundou o Sarau DoBurro, selo DoBurro, Cabaret Revoltaire, Menor Slam do Mundo e Rachão Poético, eventos abertos para experimentação poética e performances. Idealizador do Phala'cia, núchleo phermanente de expherimentação em pherphormance e phalaphoética.

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09.11 | Tabapuã • 14h30 e 19h
10.11 | Catanduva • 14h30 e 19h
11.11 | Itajobi • 14h30 e 19h
12.11 | Borborema • 14h30 e 19h

Créditos: FEFÊ STEPHANIE

Dinha

Teça

sua teia

e amorteça

a morte,

(Amor)

Educadora, ativista contra o racismo e líder comunitária, Maria Nilda de Carvalho Mota nasceu em Milagre (CE) e cresceu em São Paulo (SP). Graduou-se em Letras pela Universidade de São Paulo e, entre 2011 e 2017, tornou-se mestre e doutora em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa. É autora de sete livros, entre eles De passagem, mas não a passeio (2006), Onde escondemos o ouro (2013), Zero a zero: 15 poemas contra o genocídio da população negra (2015), Maria do Povo / María Pepe Pueblo (2019) e Diário do fim do mundo (2020). Em 2013, fundou o coletivo editorial de mulheres negroperiféricas Edições Me Parió Revolução e, em 2019, tornou-se patrona da Academia Estudantil de Letras da EMEF Cândida Dora Pretini.

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09.11 | Ilhabela • 14h30 e 19h
10.11 | Jacareí • 14h30 e 19h
11.11 | Biritiba-Mirim • 14h30 e 19h
12.11 | Mogi das Cruzes • 14h30 e 19h

Créditos: SABRINA GABANA

Eliane Marques

A poesia importa para preservar o assombro diante da falta de explicação de que alguma coisa seja ou não seja, especialmente agora que estamos num labirinto onde as janelas são apenas as da linguagem autorreferida do Windows.

Poeta, ensaísta, coordenadora da Escola de Poesia e editora da revista Ovo da Ema. Publicou Relicário e E se alguém o pano (Prêmio Açorianos de Literatura 2016). Com outras autoras lançou Arado de Palavras e Blasfêmeas: mulheres de palavra. Traduziu O Trágico em Psicanálise. Atualmente trabalha na tradução do livro Pregón de Marimorena, da poeta uruguaia Virginia B. de Salas (Figura de Linguagem) e finaliza o seu poemário O poço das Marianas (Escola de Poesia). 

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23.11 | Barão de Antonina • 14h30 e 19h
24.11 | Fartura • 14h30 e 19h
25.11 | Pardinho • 14h30 e 19h
26.11 | Tatuí • 14h30 e 19h
27.11 | Itapetininga • 14h30 e 19h

Créditos: ANA CLARA AMATO MUNER

Jonas Samaúma

De repente fisgados pela beleza lírica de um único verso, a poesia capta as pessoas para as outras formas de literatura.

Poeta, escritor, cordelista e contador de histórias. Possui cinco livros publicados, três infantis e dois independentes, sendo um deles finalista do prêmio Jabuti na categoria de melhor livro infantil digital. Autor de dois cordéis, integra o coletivo Poetas Ambulantes e o Sarau do Binho. Diversos de seus videopoemas já veicularam no Canal Curta! É criador do Portarot e Contarot de Histórias e desde os oito anos ministra oficinas de criação poética em todo país, em bibliotecas, festivais literários e escolas. Acesse o canal no Youtube.

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16.11 | Rosana • 14h30 e 19h
17.11 | Anhumas • 14h30 e 19h
18.11 | Parapuã • 14h30 e 19h
19.11 | Rancharia • 14h30 e 19h

Créditos: MAYARA BARBOSA

Lubi Prates

Gosto muito de pensar que poemas são como uma ‘janela’: nos dá acesso à paisagem que está além das paredes, mas sem nos transportar pra lá.

Poeta, tradutora, editora, curadora de literatura e doutoranda em Psicologia do Desenvolvimento Humano, na Universidade de São Paulo. Autora dos livros Coração na Boca, Triz e Um Corpo Negro (bolsa de criação e publicação de poesia pelo Programa de Ação Cultural), que está em processo de publicação na Argentina, Colômbia, Estados Unidos, Espanha e França, além de ter sido finalista do 61º Prêmio Jabuti e do 4º Prêmio Rio de Literatura. Publicou em plaquetes, antologias e revistas nacionais e internacionais. Sócia-fundadora da nosotros, editorial, edita a revista literária Parênteses e dedica-se a ações que combatem a invisibilidade de mulheres e negros.

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16.11 | Junqueirópolis • 14h30 e 19h
17.11 | Adamantina • 14h30 e 19h
18.11 | Herculândia • 14h30 e 19h
19.11 | Marília • 14h30 e 19h

Créditos: RENATA ARMELIN

Patrícia Meira

O papel da poesia é nos unir enquanto povo e nos fazer sentir o mundo de maneira pura e genuína. Quem escreve ou lê uma poesia sente o mundo, e não apenas faz parte dele.

Poeta, escritora, romancista, compositora e oficineira. Nascida e criada em Itajuípe (BA). Tem quatro livros publicados: Por amar outra mulher, Resisto, É amor que você quer? Então Toma!, Manual da Imoralidade e o romance Emaranhado, convidado para lançamento em Nova York, em 2019. Uma das poetas mais respeitadas no Slam brasileiro, vencedora da Copa da Argentina de Poesia, vice-campeã Paulista do Slam SP e finalista do Slam BR. Seu trabalho foi inserido no material didático das escolas municipais de São Paulo. Instagram: @poetapatriciameira

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23.11 | Ubarana • 14h30 e 19h
24.11 | Avanhandava • 14h30 e 19h
25.11 | Promissão • 14h30 e 19h
26.11 | Lins • 14h e 19h
27.11 | Cafelândia • 14h30 e 19h

Créditos: RICARDO LIMA

Pedro Marques

A poesia como arte da palavra ritmada na escrita e na oralidade, que perpassa idades, camadas sociais e diversificadas mídias é, sem dúvida, uma das estrelas da cultura contemporânea.

Poeta, compositor, crítico e professor de literatura brasileira da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, da Universidade Federal de São Paulo. Pós-doutor em Culturas e Identidades Brasileiras, mestre e doutor em Teoria e História Literária, bacharel e licenciado em Letras. Editor das revistas de poesia Salamandra (2001), Camaleoa (2002) e Lagartixa (2003) e dos sites Poesia à Mão e Crítica&Companhia. Autor dos livros de poesia Olhos nos Olhos, Clusters e Cena Absurdo, entre outras publicações. Acesse o site do escritor. 

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16.11 | Mococa • 14h30 e 19h
17.11 | Santa Rita do Passa Quatro • 14h30 e 19h
18.11 | Santa Cruz das Palmeiras • 14h30 e 19h
19.11 | Espírito Santo do Pinhal • 14h30 e 19h

Créditos: MAURO FIGA

Renato Negrão

A palavra tem sido o eixo condutor amoroso da minha criação artística. A poesia, a lente como gosto de ver o mundo.

É poeta, compositor, artista visual e arte educador. Ministra cursos de criação literária e produz trabalhos em que investiga as relações entre palavra e imagem, valendo-se de aspectos da comunicação poética e estratégias da arte contemporânea como legado pedagógico para a educação, recebendo por este trabalho o prêmio Itaú Rumos Educação, Cultura e Arte 2008/2010. Publicou sete livros de poemas, dentre eles, Odisséia Vácuo, A lo Mejor e Vicente Viciado. Possui gravações e parcerias musicais com compositores da cena brasileira contemporânea. Em 2014, integrou a curadoria coletiva do Circuito Literário Praça da Liberdade e, em 2019, assinou, com Izadora Fernandes, a curadoria do Ciclo de Literatura Contemporânea, edição Belo Horizonte. Acesse o site do escritor. 

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16.11 | Garça • 14h30 e 19h
17.11 | Lençóis Paulista • 14h30 e 19h
18.11 | Jaú • 14h30 e 19h
19.11 | Ibaté • 14h30 e 19h

Créditos: RENATA ARMELIN

Rodrigo Ciríaco

É à poesia que recorro quando preciso respirar, colocar a cabeça para fora da realidade e sonhar, ou me preparar para ir à luta.

Educador, escritor, produtor cultural e historiador. Autor dos livros Te pego lá fora, 100 mágoas, Vendo Pó...esia e do infantil “Menino Moleque Poeta Serelepe. Idealizador dos projetos Pedagogia dos Saraus, Slam Rachão Poético, Biqueira Literária e do espaço cultural Casa Poética / Agência Casa Poética. Participou, como autor convidado, de eventos literários no Brasil e exterior. Foi integrante do conselho-executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura, entre 2014 e 2016. Suas obras já foram traduzidas em diversos países. Facebook: @rodrigociriacoprofessor

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23.11 | Cananéia • 14h30 e 19h
24.11 | Ilha Comprida • 14h30 e 19h
25.11 | Itanhaém • 14h30 e 19h
26.11 | Cubatão • 14h30 e 19h

Créditos: LEONARDO BRASILIENSE

Ronald Augusto

Por receber menos atenção [do mercado editorial], os poetas têm a chance de arriscar mais no trabalho inventivo com a linguagem, com isso não ficam presos a nenhuma espécie de modelo determinado externamente. (...) A poesia cria novos modelos de sensibilidade.

Escritor, poeta, músico, ensaísta e filósofo. As principais temáticas presentes no seu repertório referem-se à poesia contemporânea, poesia visual e literatura negra no Brasil.  Teve publicações em revistas literárias nacionais e internacionais. Autor dos livros Homem ao RubroPuya, Vá de Valha, Confissões Aplicadas, No Assoalho DuroOliveira Silveira: poesia reunida,Decupagens AssimEmpresto do Visitante, entre outros. Co-fundador da Editora Éblis, editor do site Sibila e tem colaborações nos cadernos de cultura do Diário Catarinense e Jornal Zero Hora. www.poesia-pau.blogspot.com / http://www.sul21.com.br/jornal/

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09.11 | Limeira • 14h30 e 19h
10.11 | Itatiba • 14h30 e 19h
11.11 | Várzea Paulista • 14h30 e 19h
12.11 | São Paulo • 10h e 15h

Créditos: LORENA DINI

Ryane Leão

A poesia é livre, não tem formatação específica, é o momento de nos conectarmos com o nosso espírito, de chamarmos nosso corpo e nosso Ori pra refletirem nosso protesto, nossa vivência e nossa verdade no mundo. É a imensidão em palavra.

Poeta e professora cuiabana (MT) que vive em São Paulo (SP). Publica seus escritos na página Onde jazz meu coração e recita seus poemas nos saraus e slams do Brasil. Autora dos livros Tudo nela brilha e queima e Jamais peço desculpas por me derramar. Fundadora da Odara English School for Black Girls, escola de inglês afrocentrada para mulheres negras que hoje conta com mais de 300 alunas. É do axé, filha de Oyá com Ogum e só sabe existir sendo ventania por aí.

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09.11 | Votuporanga • 14h30 e 19h
10.11 | Buritama • 14h30 e 19h
11.11 | Birigui • 14h30 e 19h
12.11 | Penápolis • 14h30 e 19h

Créditos: PAULO ROBERTO SODRÉ

Wilberth Salgueiro

Como disse um poeta-crítico, os poetas são as antenas da raça; e outro parodiou, são as antenas da praça. Ou seja, a poesia capta um clima de época (raça) e milita pela transformação das coisas (praça).

Pesquisador e professor de literatura brasileira da Universidade Federal do Espírito Santo. Autor dos livros de poema Digitais, Personecontos e O jogo, Micha & outros sonetos, do infantojuvenil O que é que tinha no sótão e estudos literários A primazia do poema, Poesia brasileira: violência e testemunho, humor e resistência, Prosa sobre prosa: Machado de Assis, Guimarães Rosa, Reinaldo Santos Neves e outras ficções, Lira à brasileira: erótica, poética, política, Forças & formas: aspectos da poesia brasileira contemporânea (dos anos 70 aos 90). É colunista do jornal Rascunho.

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16.11 | Indaiatuba • 14h30 e 19h
17.11 | Itu • 14h30 e 19h
18.11 | Alumínio • 14h30 e 19h
19.11 | Itapevi • 14h30 e 19h

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